Você sabe o que é Cardiomiopatia? Entenda mais sobre a doença

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Conhecimento é poder, especialmente quando se trata de saúde do coração. Conhecer o seu risco de desenvolver uma doença cardíaca chamada cardiomiopatia pode te informar sobre ser examinado regularmente – e procurar tratamento quando necessário.

A cardiomiopatia é uma anormalidade do músculo cardíaco (quando há uma estrutura ou função anormal, ou ambas). Às vezes, as pessoas passam a vida sem apresentar nenhum sintoma (falta de ar, fadiga, inchaço nas pernas ou pés), mas também pode ser grave, levando à insuficiência cardíaca ou morte súbita.

Existem vários tipos de cardiomiopatia, e cada um tem um impacto diferente na estrutura ou função muscular. Alguns são hereditários e podem ser passados ​​de uma geração para outra.

Fator genético sobre a doença e quem está em risco 

Ter uma mutação causadora de doença significa que você tem uma predisposição genética para desenvolver cardiomiopatia, mas não quer dizer que você a tenha naquele momento e nem garante que você a desenvolverá. No entanto, como pode surgir a qualquer momento, é importante ser examinado(a) regularmente.

A cardiomiopatia pode afetar quase qualquer pessoa em qualquer idade. Mas alguns tipos de cardiomiopatia apresentam um risco maior em certas idades. Por exemplo, a adolescência é um período de alto risco para desenvolver cardiomiopatia hipertrófica naqueles que têm predisposição genética.

Diagnóstico e Tratamento

Geralmente é possível detectar cardiomiopatia fazendo um ecocardiograma (ultrassom do coração). As imagens feitas são usadas para medir a espessura das paredes, o tamanho das câmaras e a função do coração. Em outros casos, é feita a ressonância magnética cardíaca para uma visualização mais precisa.

O tratamento depende do tipo e gravidade da cardiomiopatia que você tem. Na maioria dos casos, os medicamentos são tudo o que é necessário. Às vezes, são necessárias terapias mais avançadas. Por exemplo, dispositivos implantáveis, como marca-passos, podem otimizar a função cardíaca e prevenir a morte por um ritmo cardíaco anormal. 

Portanto, se você sabe que tem cardiomiopatia ou está em risco por algum histórico familiar, é fundamental consultar um médico para obter a vigilância e o tratamento adequados.

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